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Câmara Municipal acata processo de cassação contra vereadora

A investigação vai apurar a denúncia protocolada dia 15 de agosto por servidores comissionados no Gabinete de Katia Dittrich do Solidarieda (foto) A investigação vai apurar a denúncia protocolada dia 15 de agosto por servidores comissionados no Gabinete de Katia Dittrich do Solidarieda (foto) Foto:Câmara Municipal de Curitiba

Em votação unânime, os vereadores de Curitiba decidiram abrir a Comissão Processante para investigar se houve, ou não, quebra de decoro parlamentar da vereadora Katia Dittrich (SD). O relatório final, pelo arquivamento ou cassação do mandato, deve ser submetido ao plenário em, no máximo, 90 dias a contar da notificação formal da vereadora.

A investigação vai apurar o teor da denúncia protocolada no dia 15 de agosto por seis servidores comissionados do mandato de Katia Dittrich. No documento, os ex-funcionários se queixam que “a vereadora e o marido passaram exigir dos assessores uma contribuição monetária, de forma compulsória, com ameaças de exoneração em caso de recusa”. Comprovantes de transferências bancárias para a parlamentar estão anexados à denúncia.

A investigação será conduzida pelo vereador Cristiano Santos (PV), presidente da Comissão Processante. Osias Moraes (PRB), relator, e  Toninho da Farmácia (PDT) completam o grupo. Os nomes foram sorteados em plenário, logo após a denúncia ser acatada pelos vereadores. Como a denúncia foi imediatamente entregue à Comissão Processante pela Mesa Executiva, eles têm cinco dias para notificar a vereadora denunciada. “Os fatos precisam ser esclarecidos, independente do partido e do cargo dos acusados”, defendeu Serginho do Posto (PSDB), presidente do Legislativo.

Antes da votação em plenário da abertura do processo de cassação, a vereadora Katia Dittrich usou a tribuna para afirmar que ela é “vítima de um complô”. Segundo a parlamentar, o suplente dela na Câmara Municipal, o ex-vereador Zé Maria, seria o responsável e “teria plantado pessoas no gabinete”. “Confiei nas pessoas erradas”, concluiu. Procurado, o ex-vereador Zé Maria nega ter envolvimento no caso. "Estou indignado com a acusação. Não conheço nenhum dos denunciantes. Aliás, só um, o Diego [Xavier], que trabalhou na Câmara", contou.

Os denunciantes são Luciana Chucene, Diego Xavier, Samira Tomé, Virgínia da Costa, Maíra Bonfim e Ronaldo Filho. Textualmente eles relatam que, “após o início da legislatura, a própria vereadora e seu marido de nome Marcos Whiters, que na prática exerce de fato o mandato, passaram a exigir uma contribuição monetária, de forma compulsória e com ameaças de exoneração em caso de recusa, como de fato ocorreu com todos os assessores parlamentares, muitos até exonerados pelo simples questionamento acerca do achaque sofrido”. Eles dizem possuir áudios e vídeos “que comprovam os fatos narrados”, os quais serão repassados à Comissão Processante. Fonte: Assessoria Imprensa - Câmara Municipal

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